
Cada vivente divagando por olhos à procura. Do dentro que fala e viventes não escutam:- Ninguém durma! Tu também, ó princesa e príncipe. Poucos se atrevem na fala da sina como amadurecimento. Um olhar por leitura do que está por trás. Pois, cada vida com sua sina, faz-se pensar no mais: a descoberta! Porque a vida fala e não se escuta? A vida já não fala?
... eu vi de repente, tive então vontade de chorar de manso.
Priscila Cáliga

2 comentários:
Anselmo. Li todos e confesso ser singela, amorosa a forma que expressa o que sucede em seu íntimo. Sobretudo, é ainda mais degustativo, pois estás saindo da caverna, a ausência de escrita sendo nulo num tempo novo. Sempre
desça sobre a inquietude da tua alma e faça o permitir de chuva ser a prioridade nos seus dias. Com o olhar à transparência
e inclinar ao vento, que não se desvanece a cor das janelas em anúncio da estrela maior.
Obrigada por seu precioso carinho.
Priscila Cáliga
Agradecido pela visita ao Rembrandt...
...Retornarei mais vezes ao seu espaço!
Abraço
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