segunda-feira, abril 26

Divagar


Cada vivente divagando por olhos à procura. Do dentro que fala e viventes não escutam:- Ninguém durma! Tu também, ó princesa e príncipe. Poucos se atrevem na fala da sina como amadurecimento. Um olhar por leitura do que está por trás. Pois, cada vida com sua sina, faz-se pensar no mais: a descoberta! Porque a vida fala e não se escuta? A vida já não fala?


... eu vi de repente, tive então vontade de chorar de manso.


Priscila Cáliga


2 comentários:

Canteiro Pessoal disse...

Anselmo. Li todos e confesso ser singela, amorosa a forma que expressa o que sucede em seu íntimo. Sobretudo, é ainda mais degustativo, pois estás saindo da caverna, a ausência de escrita sendo nulo num tempo novo. Sempre
desça sobre a inquietude da tua alma e faça o permitir de chuva ser a prioridade nos seus dias. Com o olhar à transparência
e inclinar ao vento, que não se desvanece a cor das janelas em anúncio da estrela maior.

Obrigada por seu precioso carinho.

Priscila Cáliga

Juan Moravagine Carneiro disse...

Agradecido pela visita ao Rembrandt...


...Retornarei mais vezes ao seu espaço!


Abraço