domingo, novembro 22



"Instigante. Fala da tênue linha e prende até a última frase". Lya Luft



Ao amanhecer um raio de sol tocou minha pele com um toque suave, meigo e macio, como se fosse uma mão me tocando com um carinho que nenhum ser podia imaginar que é tão bom ser amado e ser acariciado, porque gostamos, e alí , vi a mão de quem toca com amor.



"O raio de sol remete ao brilho sobre as profundezas escruras. A pele transmite que a pele retinal recebeu toque inimaginável. Seria: a levíssima embriaguez do toque que ultrapassa a primeira camada da pele. O toque que não se explica tem o nome de não palpável. Não palpável que marca em vermelho jorrante as estruturas e desestrutura o lógico. A mão que toca, é nome sobremodo elevado". Priscila Cáliga


Anselmo

Um comentário:

Canteiro Pessoal disse...

Anselmo. Seja bem vindo ao universo do blog. Que tu permitas seus dedos dançarem numa forma que resplandeça vida em muitos solos.

Abraços e paz

Priscila Cáliga